ࡱ> 350125@0mbjbj227,XXe     VqVqVq8qBrD t\uXuuuvw,Gwsuuuuuu$R BxvvBxBx  uuBx u uoBxsV.  6 ;ut ϱ7Vq{ s{03‡;      ;@_w"www_w_w_w FQ QFACULDADES JK CURSO DE PEDAGOGIA O IDERIO DE PEDAGOGIA DOS ACADMICOS DAS FACULDADES JK: DAS SIGNIFICAES QUE TRAZEM S QUE LEVAM Projeto de Pesquisa REA DE CONCENTRAO: Educao, Escola e Sociedade LINHA DE PESQUISA: A Pedagogia e Seus Significados Scio-Culturais Carmen Silvia Batista Simo Francisco de Miranda Ranilce Mascarenhas Guimares Taguatinga DF 2003 Epgrafe SUMRIO  TOC \o "1-3" \h \z \u  HYPERLINK \l "_Toc51940381" JUSTIFICATIVA  PAGEREF _Toc51940381 \h 4  HYPERLINK \l "_Toc51940382" DEFINIO DO PROBLEMA  PAGEREF _Toc51940382 \h 5  HYPERLINK \l "_Toc51940383" REFERENCIAL TERICO  PAGEREF _Toc51940383 \h 6  HYPERLINK \l "_Toc51940384" METODOLOGIA  PAGEREF _Toc51940384 \h 12  HYPERLINK \l "_Toc51940385" BIBLIOGRAFIA PRELIMINAR  PAGEREF _Toc51940385 \h 14  JUSTIFICATIVA O convite dessa Linha de Pesquisa levar o pesquisador a desfrutar da aventura de refletir sobre a educao, pensar sobre o indivduo, sua maneira de lidar com o conhecimento, sua relao com a Instituio Escola, sobre a dinmica de sala de aula que determinou e/ou determina sua formao, sobre a estrutura e administrao do sistema de Ensino que vivenciou e/ ou vivencia no Curso de Pedagogia das Faculdades JK, Unidade de Taguatinga Sul - DF. Esta proposta de pesquisa intenta pensar a imensa rede de relaes que compem o universo da Educao, ou seja, as relaes estabelecidas entre professor/aluno, alunos entre eles mesmos, teoria e prtica, escola e famlia, escola com associao de moradores, escola com as instituies religiosas, escola e governo, egressos e mercado de trabalho e tantas outras que constituem o campo da Pedagogia e do relacionamento humano. Nosso escopo maior refletir sobre a pedagogia e seus significados no contexto sociocultural, buscando identificar o iderio de pedagogia dos acadmicos deste curso das Faculdades JK, da Unidade de Taguatinga Sul DF, partindo da abordagem das significaes que trazem s que levam. Portanto, o objetivo que norteia nossa caminhada ser investigar que mudanas ocorrem no discurso de nossos alunos ao longo do processo intelectual desenvolvido tanto pelo currculo de Pedagogia, quanto pela ao dos professores que lidam com a conduo de contedos e as influncias do contexto scio/histrico/cultural. O que propomos com essa pesquisa construir, junto com os alunos egressos e os atuais do Curso de Pedagogia das Faculdades JK, Unidade de Taguatinga Sul DF, um olhar crtico que nos possibilite enxergar a Educao e sua relao com a Sociedade, de uma maneira que torne nossa Prtica Pedaggica mais produtiva e de qualidade. DEFINIO DO PROBLEMA complexa a trama de implicaes que constrem a natureza do processo educativo. So relaes multifacetadas e interdependentes constitudas entre educador e educando, educando com seus pares, relaes que se estabelecem entre teoria e prtica, instituio e famlia, instituio e polticas pblicas, egressos e mercado de trabalho e outras mais. Some-se a este contexto toda uma carga de valores arraigados e cristalizados na pessoa, no social e no institucional. Isto posto, nos movimentaremos enquanto pesquisadores em busca de identificar quais mudanas ocorrem no discurso de nossos alunos ao longo do processo intelectual desenvolvido tanto pelo currculo do Curso de Pedagogia, quanto pela ao dos professores que lidam com a conduo de contedos, assim como quais so as influncias do contexto scio/histrico/cultural frente a realidade apresentada. REFERENCIAL TERICO Reflexes sobre Educao e Pedagogia Resolvemos partir da anlise clssica de Emile Durkheim, pois sua obra oferece uma doutrina original e vigorosa acerca dos principais problemas pedaggicos, abordagem que nos ajudar a refletir melhor sobre pontos essenciais, tais como: a relao do indivduo com a sociedade, as diversas relaes entre a cincia e prtica, a natureza dos valores que norteiam a ao educativa, o papel social do educador, etc. Na obra Educao e Sociologia, Durkheim (1978) identifica a educao como um fenmeno social, colocando-a como um dos elementos essenciais de sua sociologia, ou seja, um dos pilares de sua obra reflexiva sobre a sociedade. Formulou seus conceitos sobre educao, principalmente a partir de sua vivncia com professores primrios, com os quais estabelecia encontros semanais na Faculdade de Letras de Bourdus (Frana) de 1887 a 1902, para analisar e debater suas prticas cotidianas. Talvez influenciado por essa realidade, definiu educao como: ao exercida, pelas geraes adultas, sobre as geraes que no se encontram ainda preparadas para a vida social; tem por objeto suscitar e desenvolver, na criana, certo nmero de estados fsicos, intelectuais e morais, reclamados pela sociedade poltica, no seu conjunto, e pelo meio especial a que a criana, particularmente, se destine. (Durkheim, 1978:33) Portanto a educao a socializao da criana. Para o autor a educao um processo social que coloca a criana em contato com uma sociedade determinada e no com a sociedade em geral, neste sentido o ensino pedaggico abre largo espao, em geral, histria crtica das doutrinas da educao. Durkheim (op. cit.) admite que se possam procurar, pela discusso crtica, os elementos de verdade contidos numa doutrina. A histria da pedagogia no a histria da educao, porque as teorias no exprimem exatamente o que realmente ocorre, e no enumeram tambm exatamente o que de fato se teria realizado. Mas as idias tambm so fatos, e quando alcanam repercusso, so fatos sociais. Segundo seu pensamento a Pedagogia no uma atividade educativa por si mesma, nem a cincia especulativa da educao, antes de tudo uma reao sistemtica da educao sobre a cincia, uma obra de reflexo, que pesquisa na psicologia e na sociologia os princpios para a prtica ou a reforma da educao. A Educao, na viso de Valle (1997:08) como um espelho fiel que nos reproduz com clareza o que uma sociedade , o que ela deseja fazer de si e o que ela afirma desejar, tanto quanto as enormes distancias que por vezes se criam entre cada um destes termos. Ela sempre um terreno regido pela tica e, portanto, pela necessidade de transmitir e dar continuidade a certos valores, dos quais depende a prpria preservao da sociedade em que se vive. Educao na anlise de Pimenta e Anastasiou (????:97) um processo de humanizao. Ou seja, processo pelo qual se possibilita que os seres humanos se insiram na sociedade humana, historicamente, construda e em construo. Sociedade que rica em avanos civilizatrios e, em decorrncia, apresenta imensos problemas de desigualdade social, econmica e cultural. De valores. De finalidades. A tarefa da educao inserir as crianas e os jovens tanto no avano civilizatrio, para que dele usufruam, como na problemtica do mundo de hoje, por intermdio da reflexo, do conhecimento, d analise, da compreenso, da contextualizao, do desenvolvimento de habilidades e de atitudes. Portanto, sua tarefa at garantir que se apropriem do instrumental cientifico, tcnico, tecnolgico, de pensamento, poltico, social e econmico, de desenvolvimento cultural, para que sejam capazes de pensar e gestar solues. Apropriar-se dessa riqueza de pensar e gestar solues. Apropriar-se dessa riqueza da civilizao e dos problemas que essa mesma civilizao produziu. E nessa contradio que se inserem as demandas por educao, fenmeno e pratica complexos, porque historicamente situados. Dela se solicita que forme seres humanos capazes de criar e oferecer respostas aos desafios que diferentes contextos polticos e sociais produzem. A educao, enquanto reflexo, retrata e reproduz a sociedade; mas tambm projeta a sociedade que se quer. Por isso, vincula-se profundamente ao processo civilizatrio e humano. 2- Reflexes sobre a questo da identidade A questo da identidade assunto que est na pauta do dia, e tem sido discutida exaustivamente na teoria social, principalmente por ser definidora do indivduo, enquanto elemento histrico. Diversas reas do conhecimento tm se debruado sobre ela, trazendo conceitos que podem ser valiosos para os historiadores, em seu desafio de reconstruir algumas identidades passadas, compreender as relaes presentes e sugerir aes futuras para uma convivncia cotidiana mais democrtica. Partindo do sentimento ntimo, que caracterizam nossa realidade, de pertencer a um determinado lugar e buscando esses sentidos de nosso pertencimento, as culturas tnicas, raciais, lingsticas, religiosas e, acima de tudo, nacionais, conforme preceitua Hall (2000:08), acreditamos ser possvel compreender melhor o processo de mudanas que caracteriza o mundo contemporneo. O conceito de identidade bastante fluido e revestido de relativa complexidade. um objeto de estudo pouco desenvolvido, talvez por isso exera tanto fascnio. No universo da cincia social pouco compreendido para ser posto a prova, porm acende discusses interessantes que nos ajudam a repensar a realidade na qual estamos inseridos. Para avaliarmos as paisagens culturais de classe, gnero, sexualidade, etnia, raa e nacionalidade (Hall, 2000: 9), que num passado bem prximo nos pareciam slidas e hoje se nos apresentam fragmentadas, deslocadas, a ponto de estabelecer uma verdadeira crise, preciso compreender a identidade local e sua relao com as identidades culturais presentes em determinado grupo social, podendo assim reconfigurar as identidades nacionais. O senso de identidade para um grupo social determinante de sua fora, de seu poder, portanto, acreditamos que esmiuar o universo da identidade nos ajudar por um lado, compreender melhor o iderio de pedagogia de nossos acadmicos, podendo assim corrigir determinados objetivos delimitados pelo curso, e por outro, lev-los a refletir sobre sua funo social em um momento de mudanas. Cada momento histrico caracterizado por uma peculiar concepo de identidade, por exemplo: o sujeito do Iluminismo se baseava numa concepo da pessoa humana como um indivduo totalmente centrado, unificado, dotado das capacidades de razo, de conscincias e de ao(Hall, 2000:11). O centro essencial do eu era a identidade de uma pessoa, uma concepo individualista. O sujeito sociolgico do mundo moderno refletia a crescente complexidade do conhecimento e identificava que o sujeito no era autnomo, nem auto-suficiente, mas que era formado numa relao com outras individualidades, as quais lhe transmitiam valores, sentidos e smbolos, expressando uma cultura. Nesta concepo h uma clara interao entre o eu e a sociedade, ou melhor, o seu eu real formado e modificado num constante dilogo com a cultura e as identidades dos mundos exteriores a sua individualidade, ao seu mundo pessoal. Assim a identidade, ento, costura (ou, para usar uma metfora mdica, sutura) o sujeito estrutura. Estabiliza tanto os sujeitos quanto os mundos culturais que eles habitam, tornando ambos reciprocamente mais unificados e predizveis.( Hall, 200:12). O sujeito atual, identificado por alguns tericos como ps-moderno, conceituado como no tendo uma identidade fixa, essencial ou permanente. Sua identidade torna-se uma celebrao mvel, formada e transformada continuamente em relao s formas pelas quais somos representados ou interpelados nos sistemas culturais que nos rodeiam. definida historicamente, e no biologicamente. O sujeito assume identidades diferentes em diferentes momentos, identidades que no so unificadas ao redor de um eu coerente. Dentro de nos h identidades contraditrias, empurrando em diferentes direes, de tal modo que nossas identificaes esto sendo continuamente deslocadas. Se sentimos que temos uma identidade unificada desde o nascimento at a morte apenas porque construmos uma cmoda estria sobre nos mesmos ou uma confortadora narrativa do eu. A identidade plenamente unificada, completa, segura e coerente uma fantasia. Ao invs disso, medida em que os sistemas de significao e representao cultural se multiplicam, somos confrontados por uma multiplicidade desconcertante e cambiante de identidades possveis, com cada uma das quais poderamos nos identificar- ao menos temporariamente.( Hall, 2000:13) Segundo Pimenta e Anastasiou (op. cit.: 189), a identidade no um dado imutvel nem externo, mas se d em processo, na construo do sujeito historicamente contextualizado. Canclini (2003:78), afirma que sobre as identidades existem narrativas em conflito, mas poucas possibilidades de defini-las com rigor como objetos de estudo. Trabalhos recentes de antroplogos e historiadores reconhecem a importncia dos processos de identificao sociocultural para construir etnias, naes e outro tipo de comunidades imaginadas (Anderson, 1997; Lomnitz, 1995). Esses modos de agrupamento podem aumentar a coeso de conjuntos sociais e sua fora poltica. Devemos levar a srio os relatos sobre identidades porque muita gente os usa como guias de conduta, sendo capaz de at morrer por eles. Mas o que sabemos das identidades indica que estas no tm consistncia fora das construes histricas em que foram inventadas e dos processos em que se compem ou se esgotam. Alguns elementos utilizados para delimitar cada identidade, por exemplo, o uso da lngua, so passveis de estudos rigorosos, mas outros componentes que muitas vezes so dados como definies identitrias (cor da pele, gostos, hbitos) oscilam entre o determinismo biologista e vagas convices subjetivas. 3- Reflexes sobre o conceito de habitus de Pierre Bourdieu O habitus so disposies (gostos), ou seja, um conjunto sistemtico de bens e de propriedades, vinculadas entre si por uma afinidade de estilo. um conjunto unvoco de escolhas de pessoas, de bens, de prticas, so tambm esquemas classificatrios, princpios de viso e de diviso e gostos diferentes. Sistema de disposies durveis, estruturas estruturadas predispostas a funcionarem como estruturas estruturantes, isto como princpio que gera e estrutura as prticas e as representaes que podem ser objetivamente regulamentadas e reguladas sem que por isso sejam o produto de obedincia de regras, objetivamente adaptadas a um fim, sem que se tenha necessidade de projeo consciente deste fim ou do domnio das operaes para atingi-lo, mas sendo, ao mesmo tempo, coletivamente orquestradas sem serem o produto da ao organizadora de um maestro. O habitus tende a conformar e orientar a ao, mas enquanto produto das relaes sociais, tende a assegurar a reproduo das relaes objetivas que o engendraram. uma estrutura estruturada e estruturante que engaja, nas prticas e nas idias, esquemas prticos de construo oriundos da incorporao de estruturas sociais oriundas, elas prprias, do trabalho histrico de geraes sucessivas. O habitus se sustenta atravs de esquemas generativos que antecedem e orientam a ao e esto na origem de outros que presidem a apreenso do mundo enquanto conhecimento. Se apresenta tanto na dimenso social, como na individual, e sua interiorizao implica a internalizao da objetividade, o que ocorre de forma subjetiva, mas no pertence ao domnio da individualidade. A relativa homogeneidade dos habitus subjetivos (de classe, de grupo) encontra-se assegurada na medida em que os indivduos internalizam as representaes objetivas segundo as posies sociais de que efetivamente desfrutam. O habitus preenche uma funo que um corpo socializado, um corpo estruturado, um corpo que incorporou as estruturas imanentes de um mundo ou de um setor particular desse mundo, de um campo, e que estrutura tanto a percepo desse mundo como a ao desse mundo. um conceito clssico cunhado por Pierre Bourdieu que, se ancorando na Escolstica, enfatiza a dimenso de um aprendizado passado, concebendo-o como um modus operandi, ou seja, como disposio estvel para se operar numa determinada direo e o reinterpreta definindo-o como sistemas de disposies durveis de estruturas estruturadas, predisposta a funcionarem como estruturas estruturantes, isto , como princpio que gera e estrutura as prticas e as representaes que podem ser objetivamente reguladas e regulamentadas. (Bourdieu, 1981:57). A noo de habitus no somente se aplica interiorizao das normas e valores, mas inclui os sistemas de classificaes que preexistem s representaes sociais. Nas consideraes de Bourdieu, o habitus um princpio gerador de comportamentos em conjunto, de disposies que fazem agir, pontuar, perceber e sentir de maneira determinada. (Bourdieu, 1998:27). Ele no vincula as maneiras de viver ao fato de pertencer ou no a uma classe, mas comprova uma estreita relao existente entre a posio que uma pessoa ocupa no espao social com o estilo de vida que mantm. A mediao entre isso o que compe o habitus. de acordo com o habitus que os indivduos se orientam pelo espao social segundo Bourdieu, portanto, ele age como um operador de distines (Bourdieu,1981:118). Quando bem introjetado o habitus ganha uma naturalizao tanto nos gestos, como nos olhares, ou melhor, ele desenvolve posturas que se convertem em hbito permanente. Aprofundando a pormenorizao do habitus, ele descobre o sentido do gosto no como uma simples subjetividade, mas como uma objetividade interiorizada que obedece a certos esquemas generativos que orientam e determinam a escolha esttica (Bourdieu, 1999:124) O gosto manifesta um tipo de dominao suave onde se apresentam encobertas as relaes de poder. 4- Reflexes sobre Cultura Para Canclini (2003:78), cultura o conjunto de processos de produo, circulao e consumo das significaes na vida social. Segundo (2003:15), cultura um conjunto de significados partilhados e construdos pelos homens para explicar o mundo. A cultura ainda uma forma de expresso e traduo da realidade que se faz de forma simblica, ou seja, admite-se que os sentidos conferidos s palavras, s coisas, s aes e aos atores sociais se apresentam de forma cifrada, portanto j um significado e uma apreciao valorativa. METODOLOGIA A opo pela pesquisa de cunho qualitativo neste empreendimento inevitvel, visto que o objeto das cincias sociais e humanas naturalmente qualitativo (Erickson, 1995; Laville & Dionne, 1999), por no pretender manipular de variveis e, tampouco, pretender tratar experimentalmente o objeto pesquisado (Andr, 1995). Assim, o tratamento dos dados ser feito por meio da anlise de contedo. O universo da pesquisa compor-se- de amostras dos egressos dos anos 2001, 2002, 2003 e alunos dos seis semestres atuais do Curso de Pedagogia da Faculdade JK, Unidade de Taguatinga Sul DF, sendo cinco alunos por turma, perfazendo um total de 90 sujeitos. A classificao socioeconmica ser feita balizada pelos critrios estipulados pela ABIPEME (Associao Brasileira de Instituto de Pesquisa de Mercado), em conjunto com a ABA (Associao Brasileira de Anunciantes), que assim prope seu mecanismo: Escolaridade do chefe da famliaNmero de pontosAnalfabeto/primrio completo0Primrio completo/ginsio incompleto1Ginsio completo/colgio incompleto3Colgio completo/superior incompleto5Superior completo10 Itens de posseNo tem123456 ou +TV024681012Equipamento de som0123456Banheiro024681012Carro04812161616Empregada061218242424Aspirador 0555555Mquina de lavar roupa0222222 A soma dos pontos indicar a classificao socioeconmica do questionado, assim: 35 pontos ou mais = Classe A 21 a 34 pontos = Classe B 10 a 20 pontos = Classe C 5 a 9 pontos = Classe D 0 a 4 pontos = Classe E Para a realizao do trabalho com os sujeitos elegemos o questionrio semi-estruturado como instrumento de coleta, dividido em duas partes. A primeira enfocar o perfil do participante, a outra as questes propriamente voltadas ao objetivo da pesquisa. Vide proposta anexa. BIBLIOGRAFIA PRELIMINAR BOURDIEU, Pierre. (1981).????????? BOURDIEU, Pierre. (1998).????????? DURKHEIM, Emile. (1978). Educao e Sociologia.So Paulo: Melhoramentos. ERICKSON, Frederick. (1988). Qualitative Methods in Research in Teaching and Learning. Volume 2. New York: Macmillan Publishing, 1990. Traduo parcial e provisria da Prof Dr Stella Maris Bortoni Ricardo, Braslia, Mimeogr. ANDR, Marli. (1995).?????? LAVILLE, Christian e DIONNE, Jean. (1999). A construo do saber: manual da metodologia da pesquisa em cincias humanas. Porto Alegre: Artes Mdicas. VALLE, Llian do. (1997). A escola Imaginria. Rio de Janeiro: DP&A. PIMENTA, Selma Garrido e ANASTASIOU, La das Graas Camargos. (????). Docncia no Ensino Superior. ????????:????? CANCLINI, Nestor Garcia. (2003). A globalizao Imaginada. So Paulo: Iluminuras. PESAVENTO, Sandra Jathy. (2003). Histria e Histria Cultural. Belo Horizonte: Autntica. ANEXOS PROPOSTA DE QUESTIONRIO Caro participante, agradecemos sua importante contribuio ao aceitar emprestar parte de seu tempo para esta pesquisa. Gostaramos que respondesse as questes seguintes de forma independente, honesta e imparcial. Nosso muito obrigado! O presente questionrio est dividido em duas partes. Uma relacionada construo de seu perfil enquanto sujeito da pesquisa, outra efetivamente atinente ao objetivo da mesma. PARTE 1 Sua idade? De 18 anos completos a 20 anos incompletos ( ) De 20 anos completos a 25 anos incompletos ( ) De 25 anos completos a 30 anos incompletos ( ) De 30 anos em diante ( ) Seu sexo? Masc. ( ) Fem. ( ) Semestre em que est cursando? Primeiro ( ) Segundo ( ) Terceiro ( ) Quarto ( ) Quinto ( ) Sexto ( ) Seu estado civil? Solteiro(a) ( ) Casado (a) ( ) Vivo (a) ( ) Separado (a) ( ) Desquitado (a) ( ) Divorciado (a) ( ) Amigado (a) ( ) Sua religio? Catlica ( ) Evanglica ( ) Esprita ( ) Nenhuma ( ) Cidade e setor onde reside?_______________________________ Qual o meio de transporte utilizado para vir Faculdade? Conduo prpria, sozinho ( ) Conduo prpria, com colegas ( ) Carona ( ) nibus ( ) Outra? Qual?_____________ Renda mdia familiar mensal lquida? _______________ Renda mdia pessoal mensal lquida? _______________ Profisso (ou atividade remunerada) atual?__________________________ Qual o ramo de atividade em que trabalha? Comrcio ( ) rea financeira (banco, corretora...) ( ) Educao ( ) Transporte ( ) Sade ( ) Outro?___________ Qual o nvel de instruo dos seus pais? PaiMe( )No freqentou a escola( )( )Primrio (primeira quarta srie do primeiro grau) incompleto( )( )Primrio incompleto( )( )Ginsio (quinta oitava srie do primeiro grau)( )( )Ginsio completo( )( )Colegial (primeira terceira srie do segundo grau) incompleto( )( )Colegial completo( )( )Superior incompleto( )( )Superior completo( ) Em que tipo de estabelecimento concluiu o Ensino Mdio (Segundo Grau)? Pblico ( ) Particular ( ) Ambos ( ) Nenhuma das alternativas ( ) Na sua casa h: NoSimAparelho de videocassete( )( )Mquina de lavar roupa( )( )Geladeira( )( )Aspirador de p( )( ) Quantos dos itens abaixo existem em sua casa? Nenhum123456 ou maisEmpregadas( )( )( )( )( )( )( )Carros( )( )( )( )( )( )( )TVs( )( )( )( )( )( )( )Banheiros( )( )( )( )( )( )( )Equipamento de som( )( )( )( )( )( )( ) Onde (escola e cidade) e em que ano concluiu o Ensino Mdio (Segundo Grau)?__________________________ Voc: a) j fez, b) iniciou e no terminou ou c) vem fazendo algum outro curso superior (indique todas as opes que sejam necessrias para caracterizar a sua situao) No, este meu primeiro curso superior ( ) Iniciei e no terminei ( ) Venho cursando ( ) Terminei ( ) Qual(is) (so) o(s) curso(s)?______________________ Em que perodo cursou o Ensino Mdio (Segundo Grau)? Somente diurno ( ) Somente noturno ( ) Parte diurno e parte noturno ( ) Integral ( ) Que curso de Ensino Mdio (Segundo Grau) concluiu? Tcnico ( ) Magistrio ( ) Acadmico ( ) Supletivo ( ) Outro? _______________ Quais suas fontes de informaes? OcasionalmenteSemanalmenteDiariamentea.Jornal( )( )( )b.Telejornal( )( )( )c.Rdio( )( )( )d.Revistas( )( )( )e. Outras fontes( )( )( ) PARTE 2 qual foi o motivo principal que lhe fez decidir-se pelo Curso de Pedagogia? quais so, hoje, suas expectativas quanto ao curso de pedagogia das Faculdades JK? quais eram suas expectativas quanto ao curso de pedagogia das Faculdades JK, quando do seu ingresso? em que medida estas expectativas se consolidaram? para voc, o que Pedagogia? como voc v o mercado de trabalho para o Pedagogo? como voc v o papel social do Pedagogo? como voc percebe a valorizao do Pedagogo na sociedade? voc acha que a Pedagogia contribui para o seu modo de ver a sociedade? Por qu? para voc, o que ser Pedagogo? como voc acha que o Pedagogo est lidando com os desafios colocados pelas novas tecnologias? para voc, qual a imagem que a sociedade tem da Pedagogia? para voc, que tipo de profissionais o Curso de Pedagogia deve formar? Professores ou especialistas? Por qu? O Curso de Pedagogia mudou sua viso de mundo? Se sim, em que medida? O Curso de Pedagogia lhe oferece fundamentos para discutir ou inovar o processo educativo como um todo? PAGE  PAGE 19 PAGE 10 O IDERIO DE PEDAGOGIA DOS ACADMICOS DAS FACULDADES JK: DAS SIGNIFICAES QUE TRAZEM S QUE LEVAM Projeto de Pesquisa - Pgina  PAGE 19 de  NUMPAGES 20   !"#&*+-.Ighijlyµ’teee[KA[hZ$aCJOJQJhZ$ahl;CJOJQJaJh'ECJOJQJh&&9:CJOJQJaJh[S"9:CJOJQJaJh{d9:CJOJQJaJh|e9:CJOJQJaJh?CJOJQJhmCJOJQJh6hmCJOJQJh6h*CJOJQJh6hcgCJOJQJh*CJOJQJh6h*5CJOJQJhcg5CJOJQJ!"#$%&'()*+,-.h 6 Q o $a$gd&&$a$gdl$a$gd[S"mmm p y | } ɻɭڭڭڠڌ~t~aSJShmHnHuhL Wh0J mHnHu$jhL Wh0J UmHnHuhCJOJQJjhCJOJQJUh<6CJOJQJhCJOJQJh6h*CJOJQJh6h.5CJOJQJh6h5CJOJQJh5CJOJQJ h&&CJh6h*5CJOJQJh'E5CJOJQJh6h'ECJOJQJo p q r s t u v w x y z { | } dh$dha$$dha$$a$$a$gd&& ,  e# $dha$dhgdudh & ' ( ) * + , - . 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Texto de balo"CJOJQJ^JaJee,!"#$%&'()*+,-.h 6Qopqrstuvwxyz{|},#|~Ra ,-/CDFGmn /0NO:;giN!"$%X'(+00Y155557@9:!=@B DpEqEEEGGGG>IBJ;KLELFLILKLMLOLQLSLVLYLZLmLoLqLsLuLwLyL{L|LLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLMMMMM M M MM_M`M}MMMMMMNNNNNOOOOOO@OcOOPPBQQQKRRRRRRRRRRRRRRRRRRRStTuT}TTTTU7UBUNUYUxUUUUUUUUUUV"V7VLV^VlV{VVVVVW>WbWoW|WWWWDXnX}XXXXXXYYYYY Y8Y>Y?YEYYYYYYYYYYYYYZZZZNZTZUZ[ZmZsZtZzZZZZZZZZZZ [['[F[W[X[\[`[a[z[[[[[[[[[[[[[[[[[\\\\\\\ \*\+\6\<\B\H\N\T\Z\`\a\h\n\t\z\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\ ]]]]"](].]4]5]6]]E^s^^^^^_3_I_l_{______`&`'`(`7`D`P`Q`T`[`a`g`m`n`q`|````````````````````````````````aaMaab7bUbbbb=c_cccfddeeee+e,e-e9e:e;eeeeeeeeee000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000~0~0~0~0~0~0~0~0~0~0~00 0 0 0 00/0/0/[ 0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/0/00G0G0G0G0G0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 0G 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